se Brz EMR - Reefer Container Brasil: Maersk lança transporte neutro em carbono, H&M será a primeira a usá-lo.
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Maersk lança transporte neutro em carbono, H&M será a primeira a usá-lo.

A Maersk oferece a seus clientes selecionados um serviço neutro em carbono com recurso a biocombustível. A H&M será a primeira a usá-lo.

O biocombustível a ser usado neste neste projeto piloto de carbono neutro é a mesma mistura de óleo de cozinha usado testado e validado este ano pela Coligação Holandesa para o Crescimento Sustentável (DSGC, na sigla oficial, em inglês) e pela Shell.


Em Março, um grupo de multinacionais holandesas (FrieslandCampina, Heineken, Philips, DSM, Shell e Unilever) membros do DSGC, uniram forças com a Maersk para realizar uma viagem movida a biocombustível da Europa para a China.

O piloto, utilizando até 20% de biocombustíveis sustentáveis ​​de segunda geração no mega navio Mette Maersk, percorreu as 25 mil milhas náuticas de ida e volta entre Roterdã e Xangai apenas com misturas de biocombustível. Segundo as partes, uma estreia mundial a esta escala, economizando 1,5 milhões de kg de CO2 e 20 mil kg de enxofre.

"O teste de biocombustível a bordo do Mette Maersk provou que as soluções descarbonizadas para o transporte já podem ser utilizadas hoje, tanto técnica como operacionalmente. Embora ainda não seja uma solução absolutamente definitiva, é certamente parte da solução e pode servir como uma solução de transição para reduzir as emissões de CO2 já no presente. Com o lançamento deste produto, a Maersk procura ajudar os nossos clientes no objetivo de migrarem para cadeias de abastecimento sustentáveis​​", indica, em comunicado, o COO da da Maersk, Søren Toft.

Considerando todo o ciclo de produção e transporte do combustível, a utilização do biocombustível da Maersk permite reduzir as emissões em 85% comparativamente ao tradicional bunker.

O projeto ajudará a H&M, gigante sueca do vestuário, a atingir o objetivo de ser uma empresa sustentável até 2040.
Já a Maersk prometeu, no fim do ano passado, descarbonizar a atividade até 2050, enquanto a IMO estabeleceu metas para reduzir, na mesma altura, a pegada de carbono da navegação em 50% face aos níveis de 2008.

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