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Ministério do Meio Ambiente e GIZ apresentam: Vídeo animado mostra a importância das boas práticas na manutenção dos sistemas RAC

O Conteúdo abaixo é voltado para manutenção de ar condicionado que também podemos utilizarmos nos contêineres frigoríficos (Reefer) e assim tonar um mundo mais sustentável.

Com o objetivo de levar informações importantes aos técnicos em sistemas de refrigeração e ar condicionado (RAC) e toda a população, está sendo lançado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH o vídeo animado “Manutenção correta dos aparelhos de ar condicionado: benefícios sociais, ambientais e financeiros”.

O vídeo, bem didático e lúdico, foca na importância de se evitar vazamentos do fluido refrigerante HCFC-22 durante a manutenção dos aparelhos de ar condicionado, para não prejudicar a Camada de Ozônio.

Quando liberado para a atmosfera, esse fluido é um “verdadeiro perigo”, como diz um dos personagens do vídeo, um técnico conhecedor das boas práticas, “porque tem potencial para destruir a Camada de Ozônio, que protege a terra dos raios ultravioletas, nocivos aos seres vivos e capazes de causar certos tipos de câncer, entre outras doenças e contribuir para o aquecimento global”.

Segundo a gerente de projetos da GIZ-Proklima no Brasil, Stefanie von Heinemann, a opção por fazer um vídeo animado surgiu do objetivo de se atingir um maior público de técnicos e também a população em geral, por meio das redes sociais. “Uma das maiores vantagens do vídeo de animação é conseguir explicar com facilidade a descrição de serviços e ideias. Com esse vídeo, nós conseguimos deixar um tema que às vezes é de difícil compreensão, mais acessível a todos. Esperamos com isso motivar ainda mais os técnicos de refrigeração a reduzirem vazamentos desse fluido e também alertar a todos, especialmente os que contratam os seus serviços, que é possível evitar mais danos à Camada de Ozônio e ao clima.”

 30 Anos do Protocolo de Montreal

O PROTOCOLO DE MONTREAL E A DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO

O PROTOCOLO DE MONTREAL E A DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO

            O Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio é um tratado internacional que objetiva proteger a camada de ozônio por meio da eliminação da produção e consumo das Substâncias Destruidoras do Ozônio (SDOs). Foi adotado em 1987 em resposta à destruição da camada de ozônio que protege a Terra contra a radiação ultravioleta emitida pelo sol.
            O Protocolo de Montreal estabeleceu metas de eliminação para todos os Países, respeitando o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. Desta forma, em 1990, foi instituído o Fundo Multilateral para a Implementação do Protocolo de Montreal (FML) para prover assistência técnica e financeira aos países em desenvolvimento com recursos provenientes dos países desenvolvidos.  
            O Fundo é administrado por um Comitê-Executivo e abastecido pelos países desenvolvidos. Os projetos que apóia são implementados em 147 países em desenvolvimento com a colaboração das agências implementadoras das Nações Unidas (PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, ONUDI – Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial, PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Banco Mundial) e das agências bilaterais de cooperação técnica dos países doadores (ex.: a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH). 
            Com as ações adotadas pelos países no âmbito do Protocolo de Montreal, estima-se que, entre 2050 e 2075, a camada de ozônio sobre a Antártica retorne aos níveis que apresentava em 1980.
            Estimativas apontam que, sem as medidas globais desencadeadas pelo Protocolo, a destruição da camada de ozônio teria crescido ao menos 50% no Hemisfério Norte e 70% no Hemisfério Sul, isto é, o dobro de raios ultravioleta alcançaria o norte da Terra e o quádruplo ao sul. A quantidade de SDOs na atmosfera seria cinco vezes maior.

Algumas dicas para o trabalho ecologicamente correto

Fonte: Seu Pacoal

Eu estava navegando pelo site do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH) e vimos por lá um material interessante compartilhar com você. São algumas “regras de ouro” para a manutenção de sistemas de refrigeração e pré requisito para o programa CareMAX.

O PBH, só pra lembrar, é uma iniciativa coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente, em conjunto com a GIZ, agência de cooperação técnica da Alemanha, visando promover uma série de ações para banir do planeta, gradativamente, substâncias capazes de destruir a camada de ozônio.

Pois bem, vamos às dicas:

  • Sempre aplique as boas práticas e trabalhe com segurança, recusando serviços que não possam ser prestados dessa forma;
  • Recolha sempre o fluido frigorífico antes de reparar ou desativar um sistema;
  • Recicle os fluidos frigoríficos sempre que possível, jamais liberando-os na atmosfera;
  • Fluidos frigoríficos contaminados devem ser armazenados de forma segura e, posteriormente, encaminhados para a destruição;
  • Nunca utilize substâncias que destroem a camada de ozônio ou fluidos frigoríficos com alto potencial de aquecimento global como solvente de limpeza de sistemas RAC;
  • Vazamentos devem ser identificados um a um e reparados antes que o sistema receba uma nova carga de fluido frigorífico;
  • Não quebre o vácuo do fluido frigorífico para múltiplos processos de evacuação, utilizando sempre nitrogênio seco para este procedimento;
  • Melhore as técnicas relacionadas ao manuseio de fluidos frigoríficos, não purgando com eles, por exemplo, as mangueiras de refrigeração;
  • Esvazie o cilindro de fluido frigorífico antes de descartá-lo;
  • Não adicione fluido frigorífico ao equipamento sem saber os parâmetros para o seu funcionamento e a quantidade já contida em seu interior;
  • Nunca utilize um cilindro de recolhimento sem identificação clara sobre o conteúdo e a finalidade de uso, nem misture diferentes tipos de fluido em um único cilindro de recolhimento;

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