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R513A – A solução pragmática de hoje

 Ao ajustar o controle de injeção, o fluxo de ar e o software para compatibilidade com o R513A, o Star Cool oferece uma atualização economicamente sólida que pode atingir uma redução de 56% do GWP em comparação com o R134a usado anteriormente (GWP=1430). Entre todos os gases fluorados classificados como A1, o R513A é a melhor escolha para reduzir a pegada de carbono dos contêineres frigoríficos atualmente.

Star Cool R513A Otimizado

Fábrica carregada com R134a, as unidades Star Cool R513A Otimizadas permitem que você troque a plataforma de refrigerante a qualquer momento, oferecendo grande flexibilidade e segurança do produto quando futuras regulamentações de refrigerante entrarem em vigor. 

Projetadas para oferecer confiabilidade, as unidades Star Cool R513A são projetadas para compatibilidade com R513A sem sacrificar o desempenho quando o R134a é carregado.  

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Capacidade de atualização 

Identificação de Fluido refrigerante Por porcentagem de expansão


Obs. Este procedimento de identificação de fluido refrigerante por porcentagem de expansão se aplica somente em unidades que tem o dispositivo de expansão eletrônica EEV.

A forma de identificar se há fluido refrigerante no sistema refrigeração são (Visual, Pressão, Temperatura), este procedimento de porcentagem de expansão também auxilia na identificação de fluido refrigerante no sistema, através da porcentagem (%) da válvula EEV que controla o superaquecimento (SH) ideal entre 4 a 8 C° em RANGE.

Como funciona?

A-Gas adquire o negócio de refrigerantes de Cingapura

Reino Unido: A A-Gas adquiriu a empresa de remoção, recuperação e vendas de refrigerante baseada em Cingapura, VEMAC Services.



Fundada em 1978, afirma ter sido a primeira empresa em Cingapura a oferecer serviços de remoção e recuperação de refrigerantes usados. Sua instalação de recuperação de refrigerante é reconhecida e apoiada pela Agência Nacional de Meio Ambiente de Cingapura (NEA) e recupera refrigerantes usados ​​para exceder o padrão de AHRI-700. Emprega cerca de 25 pessoas.

O CEO do Grupo A-Gas, Andrew Ambrose, descreveu a aquisição como uma adição empolgante ao portfólio da empresa: “A VEMAC será uma plataforma ideal para nossa expansão nos mercados do sudeste asiático”.

“Esta é uma grande oportunidade para a VEMAC se expandir ainda mais e utilizar a expertise e o histórico comprovado da A-Gas no mercado global de refrigerantes”, disse Ken Ken Huang, da VEMAC.

EFCTC introduz reportagem de refrigerante ilegal “hotline”

EUROPA: As importações ilegais de refrigerantes e a atividade de vendas na Europa agora podem ser facilmente relatadas, e em sigilo, por meio de um novo site criado pelo grupo de produtores de refrigerantes EFCTC.
A fase de redução de HFC na Europa, que levou a enormes aumentos de preços e a escassez de alguns produtos no ano passado, estimulou um considerável mercado negro de refrigerantes. Grande parte desse produto está sendo importado fora do sistema de cotas, com uma grande proporção dele em cilindros descartáveis ​​ilegais. As estimativas atuais são de que cerca de 20% das vendas na UE são suspeitas de estarem fora do mecanismo de redução progressiva das quotas.

Limpeza do sistema de refrigeração

Fonte: Resfriando
Toda instalação frigorífica comercial ou industrial requer, para um bom funcionamento, uma boa limpeza durante o processo de instalação e uma desidratação perfeita de todo o sistema.
O nitrogênio e o vapor de água devem ser retirados do sistema através de vácuo. O nitrogênio causa problema no lado de alta pressão e a umidade causa bloqueio nas válvulas de expansão. A formação de ácidos pode ser prejudicial às válvulas de expansão, aos compressores, entre outros componentes do sistema frigorifico.
Água e partículas podem entrar no sistema durante o processo de instalação, manutenção ou através de vazamentos ocorridos no sistema. Os ácidos são gerados pela decomposição de refrigerantes e óleos e as partículas, normalmente, vêm dos resíduos de solda.
Sistemas com temperaturas de evaporação abaixo de 0°C podem ocorrer à formação de gelo que, por sua vez, pode bloquear a válvulas de controle, válvulas de expansão e filtros. As partículas aumentam o desgaste e o mau funcionamento do compressor e válvulas, gerando até mesmo a possibilidade de ocorrer um bloqueio parcial do sistema de refrigeração.



Efeitos da umidade em um sistema de refrigeração

Como visto, a umidade forma compostos ácidos que atacam as partes internas do compressor provocando corrosão e mau funcionamento.




Imagem 1: Espiral móvel do compressor Scroll oxidado por ação da umidade contida no sistema.

Oferta de HFCs cai 29% na União Europeia

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Fonte: Ambiente Gelado
Depois de registrar um enorme índice de estocagem em 2014, ano que antecedeu as restrições atualmente impostas ao uso de hidrofluorcarbonos (HFCs) em sistemas de refrigeração e ar condicionado, a oferta de gases fluorados com efeito estufa (F-gases) na União Europeia diminuiu 29%, caindo para 183,3 milhões de toneladas equivalentes de CO2 (MtCO2eq) em 2015.

Esses números constam do recém-divulgado relatório da Agência Europeia de Meio Ambiente (EEA, em inglês). O documento, no entanto, mostra que o consumo dessas substâncias subiu quase 12%, em relação a 2013.

Em termos de CO2eq, os HFCs representaram 85% do total de F-gases fornecidos ao mercado europeu. O suprimento total desses gases, incluindo perfluorcarbonos e outros compostos perfluorados, foi de 214,5 MtCO2eq em 2015.

As importações totais de gases fluorados foram, na realidade, 40% inferiores às quantidades excepcionalmente elevadas em 2014, tanto em termos de peso líquido, como de CO2eq. Com exceção de 2014, as importações a granel em 2015 foram as maiores desde que esses relatórios começaram a ser publicados, em 2007.

A regeneração de refrigerantes, considerada vital para a eliminação progressiva dos F-gases a longo prazo, aumentou de um total de 416 toneladas em 2014 para 648 toneladas em 2015, mas continua a representar menos de 1% do mercado.

Segundo o documento, o R-134a e o R-125 continuam a ser os HFCs mais utilizados nos países do bloco econômico, seguidos pelo R-143a e pelo R-32.

Detectores de gás eletrônico

BRZEMR dgeO detector de gás eletrônico, baseado na tecnologia TCD, geralmente é a maneira mais rápida de encontrar um vazamento desconhecido.

Eles podem ser usados para que um vazamento seja encontrado rapidamente, e também para encontrar a área de vazamento de um sistema, quando técnicos nem sequer sabem por onde começar. Dispositivos confiáveis e modernos são sensíveis a faixas de vazamento tão pequenas quanto a 3 g por ano.


detector apresenta uma sonda, que cria uma emissão elétrica na presença de um fluido frigorífico. O sinal elétrico é convertido no dispositivo em um sinal visual ou sonoro.

detector de gás eletrônico permite ao técnico ficar muito próximo do vazamento. Depois de encontrar a área em que é detectado o vazamento, os técnicos normalmente podem diminuir a sensibilidade de alguns tipos de detectores para indicar o local do vazamento.

O local de vazamento deve então ser revestido com uma solução de sabão a fim de verificar o ponto exato do vazamento.


Detectores de vazamento eletrônicos devem ser projetados para detectar um determinado tipo ou vários tipos de fluidos frigoríficos, ou seja, HFC, HFCF ou HC. O detector de gás, tal como mostrado na Figura 1.1, também deve
ser seguro para utilização com HC. Critérios de desempenho para detectores eletrônicos de vazamento de fluidos frigoríficos são definidos com a Norma SAE 1627 desde abril de 2011.


Esta Norma SAE aplica-se a detectores eletrônicos de vazamento do tipo sonda, os quais são utilizados na manutenção de sistemas de ar condicionado automotivo. Esta norma não abrange todas as questões de segurança relativas ao seu projeto ou uso. A regulamentação europeia DIN EN 14624 de 2012 está relacionada ao “Desempenho de detectores de vazamento portáteis e de ambientes para fluidos frigoríficos halogenados”.

 Atenção: A maioria dos detectores eletrônicos de vazamento não são recomendados para serem usados em ambientes que contenham vapores ou fluidos frigoríficos inflamáveis ou explosivos.
O sensor pode operar a uma temperatura extremamente elevada.
Se este sensor entrar em contato com um gás combustível, ocorrerá ignição. 

Com a utilização de detectores de gás eletrônicos, deve ser levado em conta as seguintes considerações e sugestões:

•• Deve-se tomar cuidado, pois uma grande quantidade de tempo pode ser desperdiçada ao se utilizar um  detector que não seja compatível com o fluido frigorífico que está sendo usado no teste de vazamentos
do sistema;
•• Um técnico deve conhecer as capacidades do detector de vazamentos e também do que ele não é capaz de detectar;
•• Monóxido de carbono e álcool podem afetar a sensibilidade de alguns detectores eletrônicos de gás. Certifique-se de estes produtos não estejam presentes na detecção do vazamento;
•• O dispositivo deve ser verificado pelo menos uma vez por ano para garantir sua confiabilidade e precisão. O fornecedor do equipamento pode orientar o técnico para realizar a calibração;
•• Para a maioria dos casos, é possível a utilização de uma “fonte de vazamento de referência” para a calibração do detector. Para que haja a detecção de vazamentos ideal, segure a ponta do sensor o mais próximo possível do tubo de fluido frigorífico de transferência. Movimente a ponta do sensor lentamente ao longo do tubo, com um máximo de 1 cm por segundo de velocidade;
•• As conexões mecânicas ( juntas roscadas) ou outras conexões devem ser “analisadas” lentamente, movimente a ponta do sensor em torno de todo ponto de conexão;
•• Quando o detector de gás indica um vazamento, é aconselhável manter a ponta do sensor longe do local identificado de vazamento, por aproximadamente 5 segundos. Em seguida, verifique se o dispositivo indica um vazamento no mesmo local novamente. Repita este procedimento passo-a-passo três vezes. Esse procedimento irá verificar se um vazamento realmente existe;
•• Durante as outras atividades de trabalho com HCs (instalação, serviços, manutenção), coloque o detector de gás no chão da área de trabalho e o dispositivo poderá funcionar como um dispositivo de aviso de vazamento de gás HC!


Refrigerant Leak Detector
Figura 1.1: Detector de gás para uso múltiplo de refrigeração, incluindo os hidrocarbonetos.

Fonte: PROGRAMA BRASILEIRO DE ELIMINAÇÃO DOS HCFCs-PBH

Ministério do Meio Ambiente e GIZ apresentam: Vídeo animado mostra a importância das boas práticas na manutenção dos sistemas RAC

O Conteúdo abaixo é voltado para manutenção de ar condicionado que também podemos utilizarmos nos contêineres frigoríficos (Reefer) e assim tonar um mundo mais sustentável.

Com o objetivo de levar informações importantes aos técnicos em sistemas de refrigeração e ar condicionado (RAC) e toda a população, está sendo lançado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH o vídeo animado “Manutenção correta dos aparelhos de ar condicionado: benefícios sociais, ambientais e financeiros”.

O vídeo, bem didático e lúdico, foca na importância de se evitar vazamentos do fluido refrigerante HCFC-22 durante a manutenção dos aparelhos de ar condicionado, para não prejudicar a Camada de Ozônio.

Quando liberado para a atmosfera, esse fluido é um “verdadeiro perigo”, como diz um dos personagens do vídeo, um técnico conhecedor das boas práticas, “porque tem potencial para destruir a Camada de Ozônio, que protege a terra dos raios ultravioletas, nocivos aos seres vivos e capazes de causar certos tipos de câncer, entre outras doenças e contribuir para o aquecimento global”.

Segundo a gerente de projetos da GIZ-Proklima no Brasil, Stefanie von Heinemann, a opção por fazer um vídeo animado surgiu do objetivo de se atingir um maior público de técnicos e também a população em geral, por meio das redes sociais. “Uma das maiores vantagens do vídeo de animação é conseguir explicar com facilidade a descrição de serviços e ideias. Com esse vídeo, nós conseguimos deixar um tema que às vezes é de difícil compreensão, mais acessível a todos. Esperamos com isso motivar ainda mais os técnicos de refrigeração a reduzirem vazamentos desse fluido e também alertar a todos, especialmente os que contratam os seus serviços, que é possível evitar mais danos à Camada de Ozônio e ao clima.”

 30 Anos do Protocolo de Montreal

Carga de Gás saiba feze lá

Carregar o sistema de refrigeração é uma das rotinas mais frequentes do nosso trabalho e também de grande responsabilidade, principalmente quando a gente pensa nos danos causados pela liberação na atmosfera de substâncias nocivas ao clima do planeta.
Um bom serviço neste campo começa sempre pela verificação das mangueiras, que não devem conter gases incondensáveis ou outro fluido frigorífico, sendo recomendável a evacuação nesses casos.
Depois chega a hora de adicionar o fluido ao sistema, o que pode ser feito de duas maneiras: em estado líquido no tanque ou linha de líquido, após o sistema ter sido evacuado e antes de ser ligado, ou em estado de vapor na linha de sucção, com o sistema funcionando e a carga sendo completada.
Todos os blends, como os fluidos da família R-400, devem ser carregados na forma líquida, para que a proporção depositada no sistema esteja correta. Na forma gasosa, a substância tem peso diferente e acaba saindo desbalanceada.
Outro cuidado essencial é definir a quantidade correta de fluido frigorífico a adicionar, seguindo para isso critérios como o peso ou volume, quando a carga necessária é conhecida; além da análise do visor de líquido, de acordo com a pressão do sistema.
Em qualquer dessas hipóteses, o ideal é ter acesso à folha de dados do equipamento, na qual se encontram os parâmetros de operação, que deverão ser comparados com os valores reais de funcionamento.
Bem, agora que já carregamos nosso sistema, as mangueiras devem ser removidas com uma perda mínima de fluido frigorífico, com a quantidade residual, sempre em estado de vapor, sendo enviada para as linhas de sucção.
Para finalizar a tarefa, lembre-se de colocar uma etiqueta informando o nome da empresa responsável pelo serviço, tipo, quantidade de fluido utilizado e realize teste de vazamento nas conexões por onde o sistema foi carregado.
Fonte: seupaschoal

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Gás letal ameaça saúde e segurança dos refrigeristas

Os recentes aumentos da fluorita na China, maior fornecedor da principal matéria-prima dos fluidos refrigerantes fluorados, têm elevado a demanda por produtos baratos e de origem duvidosa no mercado global.

Inclusive, um dos principais distribuidores da África do Sul fez um alerta aos compradores locais sobre os perigos dos gases que ameaçam a saúde e a segurança dos refrigeristas durante sua manipulação.

Tanto lá quanto em outros países, muitos criminosos estão vendendo misturas perigosas como refrigerantes legítimos. Extremamente inflamável e tóxico, o cloreto de metila (R-40) vem sendo misturado com o R-22 e outros compostos para imitar o R-134A, por exemplo.

Este coquetel letal já causou pelo menos quatro explosões e três mortes na indústria de refrigeração marítima, além de ter colocado centenas de milhares de contêineres refrigerados em quarentena.

Diante deste cenário, o distribuidor sul-africano tem aconselhado os clientes a ficar atentos aos produtos com preços inferiores e, potencialmente, falsos. Em nível global, a situação também preocupa as principais indústrias do setor.

Fonte: Blogdofrio