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Novo porto de terminais da APM em Moín conecta a Costa Rica com a Europa e a Ásia

A Costa Rica entra no mapa portuário global, conectando o Moín aos mercados europeu e asiático , o que permite a transferência de mercadorias em rotas transatlânticas sem a necessidade de transferência.


TCM da APM Terminals em Moín conecta a Costa Rica com a Europa e a Ásia ao mesmo tempo, o Moín Container Terminal (TCM) fortalecerá rede global AP Moller-Maersk , permitindo que a empresa atenda seus clientes com serviços de transporte e logística de ponta a ponta.
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TCM da APM Terminals em Moín conecta a Costa Rica com a Europa e a Ásia
ao mesmo tempo, o Moín Container Terminal (TCM) fortalecerá rede global AP Moller-Maersk , permitindo que a empresa atenda seus clientes com serviços de transporte e logística de ponta a ponta.

Além disso, o TCM posicionará este país da América Central como nº 1 em conectividade, de acordo com o Fórum Econômico Mundial. A Costa Rica ocupa hoje a 89ª posição entre 139 países.

"Na AP Moller-Maersk, somos parceiros dos governos para nos tornarmos os melhores operadores portuários do mundo e o Moín é um excelente exemplo disso. Sem dúvida, hoje estamos inaugurando uma nova era no comércio intra-regional e internacional na América Central ”, disse Morten H. Engelstoft, CEO da APM Terminals.

O projeto representa um investimento total de US $ 1 Bilhão e é erguido em uma ilha artificial.

O TCM é uma doca de 650 metros de comprimento e um pátio de contêineres com capacidade para armazenar 26.000 TEUs, incluindo uma conexão para 3.800 contêineres refrigerados.

Isso permitirá que o terminal forneça serviços às empresas costa-riquenhas, já que atualmente a Costa Rica é o maior exportador mundial de abacaxi e o terceiro maior exportador de banana.

"Um dos objetivos do Governo da República é a geração de emprego com enfoque territorial e, com este trabalho que estamos inaugurando hoje, estão sendo criadas as condições de competitividade e reativação

Como tudo começou.

Durante séculos de comércio internacional, os seus precursores, chineses, árabes e europeus, não haviam conseguido criar uma forma não só de evitar as enormes perdas no transporte com as quebras, deteriorações e desvios de mercadorias, como também de agilizar e reduzir o custo das operações de carga e descarga. Somente em 1937, o americano Malcom Mc Lean, então com pouco mais de 20 anos, motorista e dono de uma pequena empresa de caminhões, ao observar o lento embarque de fardos de algodão no porto de Nova Iorque, teve a ideia de armazená-los e transportá-los em grandes caixas de aço que pudessem, elas próprias, serem embarcadas nos navios.

Com o tempo, Mc Lean aprimorou métodos de trabalho e expansão de sua companhia, a Sea-Land (depois Maersk-Sealand), tornando-a uma das pioneiras do sistema intermodal, abrangendo transporte marítimo, fluvial, ferroviário, além de terminais portuários. Tinha surgido a contentorização.

Após inúmeras experiências nos Estados Unidos, prejudicadas pelo período da Segunda Guerra Mundial (1939/ 1945), somente em 1966 Mc Lean aventurou-se na área internacional, enviando um navio porta-contentores para a Europa. Assim, em 5 de maio daquele ano (1966) chegava ao porto de Roterdão - já o maior porto do mundo - o cargueiro adaptado "SS Fairland" da Sea Land, que ali descarregou 50 unidades. Como não havia equipamento apropriado, o desembarque foi feito com o próprio guindaste do navio, outra criação de Mc Lean.


Naquela época, um verdadeiro exército de nove mil estivadores trabalhava no grande porto holandês, vinculando a 25 empresas de serviço. Antevendo a revolução que iria ocorrer no transporte marítimo, o diretor do porto, Frans Posthuma, conseguiu a exclusividade para receber os contêineres destinados à Europa, comprometendo-se a preparar um terminal especializado para desembarcá-los. Logo depois, em 1967, cinco das empresas estivadoras que operavam no porto de Roterdão criaram a ECT, com apenas 208 empregados para atender ao crescente movimento de contêineres.