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O Ciclo da movimentação de container


O Ciclo da movimentação de container começa da seguinte forma: 

Comercial efetua a venda e passa a solicitação ao Customer Service. 
Negociados os períodos de Demurrage e Detention

Detention é cobrado na exportação, normalmente é concedido ao cliente 10 dias corridos contados da liberação do equipamento no terminal até sua entrega cheia no porto para embarque. Após este período é cobrado do cliente uma multa diária pela utilização do equipamento. 

Demurrage é cobrado na importação, para os equipamentos dry geralmente são concedidos ao cliente 10 dias corridos e para o reefer 4 dias úteis da sua descarga no porto de destino. No evento de não ser respeitado o período livre, a demurrage estará sendo computada e somente cessará com a efetiva devolução do contêiner pelo cliente (ou por alguém por ele autorizado), o mesmo deverá ser entregue desovado, limpo e nas mesmas condições em que fora recebido.

Checar espaço navio (Customer Service / Sales Planner) e com a Logística Regional a disponibilidade do equipamento. 

Se ok, o booking é criado e enviado para a agência local e para o cliente. 

Usualmente equipamentos liberados para o exportador com 10 dias antes da atracação do navio (tempo de efetuar a unitização da carga no contêiner,) cumprir os deadlines documentais geralmente 4 dias antes da atracação e deadline para depósito do contêiner cheio no porto que geralmente é de 1 dia antes da atracação.

Agência envia a lista de bookings para os depots efetuarem o cadastramento para liberação. 

No contêiner dry podemos ter cargas com padrão geral e padrão alimento que necessitam de upgrade. 

Padrão Carga Geral, equipamentos são entregues sem avarias, limpos e aptos para cargas sem restrições, por exemplo, madeira. 

Padrão Alimento, enviada a solicitação ao departamento de EMR que aprova/coordena o reparo das unidades para atender a necessidade da carga, os padrões de carga mais comuns que temos são: Tabaco, Algodão, Arroz, entre outros. 

Contêiner Reefer, antes de sua liberação passa por PTI pre trip inspection e lavação, são ligados para verificar se seu maquinário está funcionando de acordo, revistoriados no momento da saída para verificar se está tudo ok.
Cargas perecíveis cuidados devem ser redobrados. 

Depot libera os equipamentos no padrão solicitado pelo cliente e de acordo com os critérios do armador e característica da carga. 

Ciclo da movimentação de contêiner vazio.



As 75 principais linhas de contêineres




Position
Containership Operator
Total Ships
Total TEU
1
Maersk
695
4,155,250
2
MSC
567
3,766,386
3
COSCO Group
476
2,921,465
4
CMA CGM Group
492
2,666,794
5
Hapag Lloyd
248
1,752,705
6
ONE (Ocean Network Express)
222
1,600,633
7
Evergreen Line
194
1,236,261
8
Yang Ming Marine Transport Corp.
90
599,538
9
Hyundai M.M.
64
446,419
10
PIL (Pacific Int. Line)
111
371,748
11
Zim
59
283,5
12
Wan Hai Lines
93
248,675
13
KMTC
70
173,877
14
Zhonggu Logistics Corp.
112
160,368
15
IRISL Group
48
152,419
16
Antong Holdings (QASC)
115
145,074
17
SITC
83
120,111
18
X-Press Feeders Group
69
101,722
19
UniFeeder
59
93,668
20
Sinokor
72
90,926
21
TS Lines
36
74,509
22
SM Line Corp.
14
66,099
23
Arkas Line / EMES
36
62,384
24
Sinotrans

37
59,048
25
Salam Pacific Indonesia Lines
52
52,121
26
RCL (Regional Container L.)
28
50,219

Armadores a beira de nova falência

O risco de mais um armador enfrentar uma nova falência como a da Hanjin Shipping é o mais alto dos últimos dez anos, avisa a AlixPartners.



O *Altman Z-Score dos 14 armadores que publicam os seus balanços e o resultado foi impactante nos 12 meses. (
Dados consolidados até 30 de Setembro de 2019)

“A pontuação mais baixa nos últimos 10 anos em que analisamos, os números são um indicador preocupante para os armadores, a memórias do colapso da Hanjin Shipping em 2016 ainda está muito atual  “, indica a AlixPartners no seu relatório de perspectivas para 2020.