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Reduzindo os Custos de Importação Utilizando Contêiner “NOR


 LM - CENTRO AUTOMOTIVOIDiariamente escutamos os importadores mencionar “preciso reduzir custos”. A briga com os fornecedores para reduzir custos é tão grande, que até parece um caso de vida ou morte.

Pressionar os fornecedores para reduzir custos pode ser um tiro no pé, pois ele pode baixar a qualidade do serviço ou do material fornecido. No universo logístico, a tão sonhada “redução de custos” pode vir de pequenos ajustes ou opções na forma de fazer a logística. Uma mudança no processo ou na forma de execução, uma mudança de material, etc onde ambos clientes e prestadores podem se beneficiar.

No transporte marítimo, esta opção pode ser a utilização do contêiner “NOR” (Non-Operating Reefer), nada mais é do que o Reefer desligado. Este equipamento tem grande utilização no fluxo de exportação do Brasil com a proteína animal sendo o principal produto. E esta necessidade faz com que as Companhias Marítimas tenham que reposicionar este tipo de equipamentos no Brasil. Seja através de um reposicionamento de contêineres vazios ou através dos “NORs”.




Mas o medo de utilizá-lo é tão grande, que muitos importadores perdem ótimas oportunidades de reduzir custos, visto que o frete do NOR pode custar até 50%, 60% do frete de contêiner dry.

Abaixo alguns“mitos e verdades” sobre o contêiner NOR.

1. CONTÊINER REFRIGERADO (REEFER) É ÚMIDO E VAI MOLHAR MINHA CARGA

A Peel Ports, que opera o porto de Liverpool, anunciou a compra da Quality Freight

Acentua-se a tendência dos operadores portuários alargarem a sua presença e oferta de serviços em terra. Agora foi a vez da Peel Ports anunciar a compra de uma companhia transporte.


A nossa estratégia é ser um fornecedor de soluções logísticas centradas nos portos líder no Reino Unido. Queremos atrair mais volumes para a nossa infra-estrutura e o modelo de negócio da Quality Freight permite atingir esse objetivo”, afirmou o CEO do operador portuário, justificando a aquisição.

HMM de cara nova

A HMM apresentou sua nova logomarca corporativa, que rompe em definitivo com a anterior denominação de Hyundai Merchant Marine.


A companhia revela, em comunicado, que as letras HMM azuis no novo logo incorporam a forma da frente de um grande navio a cruzar o oceano, enquanto a linha vermelha no topo representa o sol nascente no horizonte para onde o navio se dirige.

Maiores players reforçam quota de mercado

A frota mundial de navios porta-contentores supera os 22,7 milhões de TEU, só a Maersk e a MSC controlam 32,5%, de acordo com os dados da Alphaliner.






O ano mudou, mas a Maersk mantém-se como líder mundial no transporte marítimo de contêineres em termos de capacidade, com uma quota de 17,9%. A MSC, sua parceira na aliança 2M, mantém-se segunda no ranking, com 14,6%.

Juntas, as duas companhias operam uma frota de 1 236 navios porta-contêineres, com uma capacidade agregada de 10,2 milhões de TEU.

Com mais de dois milhões de TEU de capacidade seguem-se, no ranking elaborado pela Alphaliner;
Cosco que soma 2,8milhões de TEU, equivalentes a 12,2% do total mundial;
CMA CGM que soma 2,7milhões de TEU, equivalentes a 11,7% do total mundial;